segunda-feira, 25 de outubro de 2010




Corpos ociosos do prazer (des) conhecido,
O queimar de uma pele,
Um desejo íntimo...

Da dúvida; a moral,
Reflexão carnal.
A pele encoberta queima
A dor sentida

Seu medo me liberta
Sua dor me fere
Suas dúvidas me desperta.
Meus desejos se limitam
e os meus segredos se dissipam.

Sim, amo.
Sei que o posso à mais de mil
Mas amo agora
E te quero no agora.

Caio e ergo,
Sem culpa
Sem medo
Na fantasia do desejo
Do desespero.

Ao término sei que
A aurora me responderá
na consciência
O sol me queimará na essência
E a lua me lembrará do seu olhar
de seu corpo a se esquivar

De seu desejo
seu medo a se declarar
e a luz ao aceitar.

Um comentário:

  1. puxa, puxa, puxa, puxa!

    Excelente, David!

    Excitante, cheio, pesado, delicioso.

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