Ao som de violinos pertubadores,
choro.
Nesta manhã chuvosa de inverno, me dopem...
Aprisionado por palavras, não levanto.
Passo o dia dentre cobertas,
Coberto por sua frieza.
Choro...
Ao som de trovões, choro.
Violinos que conforta este pequeno coração anseoso...
Anseoso de abraço,
anseoso por seus lábios.
Choram junto com meu coração.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Sim, insensatez!
Tenho-me deitado nas estrelas...
Tenho-me ferido com estrelas.
Pequenos cortes. Pequenas dores...
Um mergulho inconstante na dor,
meu melhor refúgio.
Protegido pela mágoa tenho-me tornado fraco.
As estrelas já não brilham como antigamente.
Lentamente se apagam, e me acalmam...
Beijos gélidos já não me pertubam.
Os dias passam...
as noites ficam.
Conforte-se em seu declínio,
viva sua mentira.
Cego por seu sorriso...
Oh, doce sacrifício!
Tenho-me ferido com estrelas.
Pequenos cortes. Pequenas dores...
Um mergulho inconstante na dor,
meu melhor refúgio.
Protegido pela mágoa tenho-me tornado fraco.
As estrelas já não brilham como antigamente.
Lentamente se apagam, e me acalmam...
Beijos gélidos já não me pertubam.
Os dias passam...
as noites ficam.
Conforte-se em seu declínio,
viva sua mentira.
Cego por seu sorriso...
Oh, doce sacrifício!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Palavras de conforto
Escrever uma canção de amor tem sido um refúgio,
escrever uma poesia sobre a chuva lá fora,
nomeia-se pureza.
Descrever você em minha mente,
nomeia-se depressão!
Minha depressão mais íntima...
Me purifico com minha própria nudez,
com minhas próprias lágrimas,
com a temível noite de domingo,
com minhas palavras...
A dor presente queima!
Meus olhos cegos vão a sua procura,
vá!
Vista-se e coloque a máscara do mais puro encanto,
Me ame incondicionalmente,
minta...
Beija-me pelas costas,
seja meu conforto por um instante...
Pela despedida do sol, caia sobre meu corpo como a luz da lua...
Assim como a lua sempre nasce para os mais desesperados, ela nasce para mim.
Vem chegando um novo inverno e é pelas recordações mais amargas que eu me conforto.
Dias que passam...
Me conforto de seu olhar,
de seus lábios,
de seu corpo,
de seus abraços,
de seu cabelo...
(-É... Conviver com amor tem sido uma tarefa árdua, difícil!
O sentimento mais nobre e mais doloroso do homem...)
Ei, você! ...
Não se preocupe, talvez isso seja apenas uma hipérbole mesmo...
escrever uma poesia sobre a chuva lá fora,
nomeia-se pureza.
Descrever você em minha mente,
nomeia-se depressão!
Minha depressão mais íntima...
Me purifico com minha própria nudez,
com minhas próprias lágrimas,
com a temível noite de domingo,
com minhas palavras...
A dor presente queima!
Meus olhos cegos vão a sua procura,
vá!
Vista-se e coloque a máscara do mais puro encanto,
Me ame incondicionalmente,
minta...
Beija-me pelas costas,
seja meu conforto por um instante...
Pela despedida do sol, caia sobre meu corpo como a luz da lua...
Assim como a lua sempre nasce para os mais desesperados, ela nasce para mim.
Vem chegando um novo inverno e é pelas recordações mais amargas que eu me conforto.
Dias que passam...
Me conforto de seu olhar,
de seus lábios,
de seu corpo,
de seus abraços,
de seu cabelo...
(-É... Conviver com amor tem sido uma tarefa árdua, difícil!
O sentimento mais nobre e mais doloroso do homem...)
Ei, você! ...
Não se preocupe, talvez isso seja apenas uma hipérbole mesmo...
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Pequeno Karma
O meu desejo é ver-te entre neblinas,
em pequenos movimentos entorpecidos.
Ver-te dormindo entre flores feitas de algodão...
A lua jorrando luz sobre sua face, sua pele, seu corpo...
Me perco em seu olhar angelical, caio em nebuloso sentimento.
Apenas ver-te tem sido meu pequeno e doce tormento,
sem lhe tocar, me proíbo de pensar...
Oh triste anjo,
para onde vás?
Porque me deixas na escuridão?
Estaria eu condenado a viver sem ti,
a viver sem seu amor...?
Anjo, destruiria as paredes do vale da desilusão,
quebraria o sigilo corpóreo que me aflige...
Mataria os monstros que insistem em dominar-me.
Vagaria em seus olhos ao entardecer.
em pequenos movimentos entorpecidos.
Ver-te dormindo entre flores feitas de algodão...
A lua jorrando luz sobre sua face, sua pele, seu corpo...
Me perco em seu olhar angelical, caio em nebuloso sentimento.
Apenas ver-te tem sido meu pequeno e doce tormento,
sem lhe tocar, me proíbo de pensar...
Oh triste anjo,
para onde vás?
Porque me deixas na escuridão?
Estaria eu condenado a viver sem ti,
a viver sem seu amor...?
Anjo, destruiria as paredes do vale da desilusão,
quebraria o sigilo corpóreo que me aflige...
Mataria os monstros que insistem em dominar-me.
Vagaria em seus olhos ao entardecer.
Últimas Quimeras
Mesmo quando tudo parece estar perdido,
mesmo quando todas as estrelas caídas, me machuque os pés...
Sua tez lívida dará brilho ao tenebroso céu que há sobre mim.
Em doces noites, escuto o canto fúnebre dos ventos perfurando meus pesadelos,
transformando em desejo aquele último beijo.
Toque minhas mãos.
Toque minha mente,
me abrace eternamente...
Desperta-me de um sonho demente!
Dei-me o último suspiro...
Oh luz tenebrosa,
ao cair da noite, dance, dance ao desejo das últimas quimeras.
mesmo quando todas as estrelas caídas, me machuque os pés...
Sua tez lívida dará brilho ao tenebroso céu que há sobre mim.
Em doces noites, escuto o canto fúnebre dos ventos perfurando meus pesadelos,
transformando em desejo aquele último beijo.
Toque minhas mãos.
Toque minha mente,
me abrace eternamente...
Desperta-me de um sonho demente!
Dei-me o último suspiro...
Oh luz tenebrosa,
ao cair da noite, dance, dance ao desejo das últimas quimeras.
No finit

Me dê um motivo para guardar um sentimento tão nobre!
Me dê um motivo para trancaficar sonhos, emoções... Desejos... Amores...
Me dê um motivo para não ser feliz, e quem sabe contemplar um outro sorriso.
Me dê um motivo para não viver!
Mesmo que sua incompletude perturbe,
Não despeje um sentimento tão impuro em almas límpidas.
Não perca tempo alimentando um sentimento o qual não mereça.
Um tourniquet não serei.
Não vê?! As estrelas choram...
Descobriram uma duplica face nestes olhos puros...
Por quê se perdeu?
Por quê se definiu...?
A perfeição era sua infinidade.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Um despertar
Lá estava ele
entre lençóis úmidos de suor
úmidos de desespero.
Lá estava ele estupefato,
entre desejos suprimidos
fumaças
e um sentimento indefinido.
Sabia ele que não poderia se deter
sabia ele que não poderia conter
Como queria esvaziar tudo aquilo
Ele...
Gostaria de encontrar a rima, a perfeição e simetria
E onde ele estava?
Conhaque na mesa, pés descalços, coração pulsaste desgovernado.
Sentimento culposo.
Uma penumbra em sua alma.
Precisou renascer.
Tomou sua felicidade comprada na farmácia mais próxima.
Tomou um banho, olhou para a janela e despertou-se,
caiu em lágrimas profundas...
Ao olhar para fora, vira que sua vida não passava de apenas mais uma vida!
E que se não desperta-se seria mais do que inútil viver em carnes pecadoras,
Acendeu um cigarro,vestiu-se e caminhou em direção a luz ardente que lhe entrara nos olhos
Cego...
Foi atropelado!
Escrito por David de Oliveira Castro
entre lençóis úmidos de suor
úmidos de desespero.
Lá estava ele estupefato,
entre desejos suprimidos
fumaças
e um sentimento indefinido.
Sabia ele que não poderia se deter
sabia ele que não poderia conter
Como queria esvaziar tudo aquilo
Ele...
Gostaria de encontrar a rima, a perfeição e simetria
E onde ele estava?
Conhaque na mesa, pés descalços, coração pulsaste desgovernado.
Sentimento culposo.
Uma penumbra em sua alma.
Precisou renascer.
Tomou sua felicidade comprada na farmácia mais próxima.
Tomou um banho, olhou para a janela e despertou-se,
caiu em lágrimas profundas...
Ao olhar para fora, vira que sua vida não passava de apenas mais uma vida!
E que se não desperta-se seria mais do que inútil viver em carnes pecadoras,
Acendeu um cigarro,vestiu-se e caminhou em direção a luz ardente que lhe entrara nos olhos
Cego...
Foi atropelado!
Escrito por David de Oliveira Castro
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