Tic tac... Tic Tac...
TIC TAC...tic tac.
Sim, o relógio parou.
O tempo parou.
E no mais límpido clarão,
sua face é desdobrada, recolocada.
Assim, como os botões de rosas ao florescer.
Sua amarga casca é retirada, e sim, o que vejo!?
Onde está o mais puro rosto " porcelanóide " ?
Onde está a face do mais puro encanto?
Sim, havia se perdido na intelectualidade.
Doces sorrisos, " sincero" olhar.
Por que tanta mediocridade?
Sim, acreditamos nos sorrisos!
Nos olhares, na sensibilidade.
"( ? )"
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Mercadoria Barata!
- Onde estão os poetas?
Ele se perguntava...
O mercado mais próximo era uma afirmativa.
Vendendo seus "joguetes" de palavras,
palavras cruzadas, uma mercadoria barata!
Ele, que apenas escrevia o que sentia, era julgado,
sentenciado, crucificado!
- E onde é que estavam os poetas?
sim, no mercado mais próximo...
-Oh, "culti-zadores" de sujeitos modernos,
Não venham trancafiar minhas palavras...
Cultive seus sentimentos.
Cultive seus sonhos.
Cultive suas emoções.
Cultive sua mente.
Ele, que abusava do paradoxo,
masturbava-se com a literatura,
era sepultado.
Se sentia triste, sim, triste.
Por cair na tentação da poesia,
Na tentação da dor.
"Supração" de rancor.
Ele...
Que apenas escrevia para seu coração.
Ele se perguntava...
O mercado mais próximo era uma afirmativa.
Vendendo seus "joguetes" de palavras,
palavras cruzadas, uma mercadoria barata!
Ele, que apenas escrevia o que sentia, era julgado,
sentenciado, crucificado!
- E onde é que estavam os poetas?
sim, no mercado mais próximo...
-Oh, "culti-zadores" de sujeitos modernos,
Não venham trancafiar minhas palavras...
Cultive seus sentimentos.
Cultive seus sonhos.
Cultive suas emoções.
Cultive sua mente.
Ele, que abusava do paradoxo,
masturbava-se com a literatura,
era sepultado.
Se sentia triste, sim, triste.
Por cair na tentação da poesia,
Na tentação da dor.
"Supração" de rancor.
Ele...
Que apenas escrevia para seu coração.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Spleen
Sim.
Brindemos toda amargura do romantismo,
toda dor do amor!
Oh, doce spleen, perturbador de sonhos...
Gozo melancólico!
Feixe de luz ardente...
Deleito-me em pecaminosos espinhos...
Meus doces espinhos.
Brindemos à ausência!
Um gole do mais puro encanto.
cego por seu sorriso,
seus olhos...Sua face.
Uma nudez...
Um céu em minha alma.
Conforte-me em manhãs nubladas...
Brindemos toda amargura do romantismo,
toda dor do amor!
Oh, doce spleen, perturbador de sonhos...
Gozo melancólico!
Feixe de luz ardente...
Deleito-me em pecaminosos espinhos...
Meus doces espinhos.
Brindemos à ausência!
Um gole do mais puro encanto.
cego por seu sorriso,
seus olhos...Sua face.
Uma nudez...
Um céu em minha alma.
Conforte-me em manhãs nubladas...
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Violins cry
Ao som de violinos pertubadores,
choro.
Nesta manhã chuvosa de inverno, me dopem...
Aprisionado por palavras, não levanto.
Passo o dia dentre cobertas,
Coberto por sua frieza.
Choro...
Ao som de trovões, choro.
Violinos que conforta este pequeno coração anseoso...
Anseoso de abraço,
anseoso por seus lábios.
Choram junto com meu coração.
choro.
Nesta manhã chuvosa de inverno, me dopem...
Aprisionado por palavras, não levanto.
Passo o dia dentre cobertas,
Coberto por sua frieza.
Choro...
Ao som de trovões, choro.
Violinos que conforta este pequeno coração anseoso...
Anseoso de abraço,
anseoso por seus lábios.
Choram junto com meu coração.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Sim, insensatez!
Tenho-me deitado nas estrelas...
Tenho-me ferido com estrelas.
Pequenos cortes. Pequenas dores...
Um mergulho inconstante na dor,
meu melhor refúgio.
Protegido pela mágoa tenho-me tornado fraco.
As estrelas já não brilham como antigamente.
Lentamente se apagam, e me acalmam...
Beijos gélidos já não me pertubam.
Os dias passam...
as noites ficam.
Conforte-se em seu declínio,
viva sua mentira.
Cego por seu sorriso...
Oh, doce sacrifício!
Tenho-me ferido com estrelas.
Pequenos cortes. Pequenas dores...
Um mergulho inconstante na dor,
meu melhor refúgio.
Protegido pela mágoa tenho-me tornado fraco.
As estrelas já não brilham como antigamente.
Lentamente se apagam, e me acalmam...
Beijos gélidos já não me pertubam.
Os dias passam...
as noites ficam.
Conforte-se em seu declínio,
viva sua mentira.
Cego por seu sorriso...
Oh, doce sacrifício!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Palavras de conforto
Escrever uma canção de amor tem sido um refúgio,
escrever uma poesia sobre a chuva lá fora,
nomeia-se pureza.
Descrever você em minha mente,
nomeia-se depressão!
Minha depressão mais íntima...
Me purifico com minha própria nudez,
com minhas próprias lágrimas,
com a temível noite de domingo,
com minhas palavras...
A dor presente queima!
Meus olhos cegos vão a sua procura,
vá!
Vista-se e coloque a máscara do mais puro encanto,
Me ame incondicionalmente,
minta...
Beija-me pelas costas,
seja meu conforto por um instante...
Pela despedida do sol, caia sobre meu corpo como a luz da lua...
Assim como a lua sempre nasce para os mais desesperados, ela nasce para mim.
Vem chegando um novo inverno e é pelas recordações mais amargas que eu me conforto.
Dias que passam...
Me conforto de seu olhar,
de seus lábios,
de seu corpo,
de seus abraços,
de seu cabelo...
(-É... Conviver com amor tem sido uma tarefa árdua, difícil!
O sentimento mais nobre e mais doloroso do homem...)
Ei, você! ...
Não se preocupe, talvez isso seja apenas uma hipérbole mesmo...
escrever uma poesia sobre a chuva lá fora,
nomeia-se pureza.
Descrever você em minha mente,
nomeia-se depressão!
Minha depressão mais íntima...
Me purifico com minha própria nudez,
com minhas próprias lágrimas,
com a temível noite de domingo,
com minhas palavras...
A dor presente queima!
Meus olhos cegos vão a sua procura,
vá!
Vista-se e coloque a máscara do mais puro encanto,
Me ame incondicionalmente,
minta...
Beija-me pelas costas,
seja meu conforto por um instante...
Pela despedida do sol, caia sobre meu corpo como a luz da lua...
Assim como a lua sempre nasce para os mais desesperados, ela nasce para mim.
Vem chegando um novo inverno e é pelas recordações mais amargas que eu me conforto.
Dias que passam...
Me conforto de seu olhar,
de seus lábios,
de seu corpo,
de seus abraços,
de seu cabelo...
(-É... Conviver com amor tem sido uma tarefa árdua, difícil!
O sentimento mais nobre e mais doloroso do homem...)
Ei, você! ...
Não se preocupe, talvez isso seja apenas uma hipérbole mesmo...
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